
"Avistei um balanço solitário
Balançando sozinho ao relento.
Num movimento continuo, ia e vinha,
Embalado num dia cinzento.
Ninguém brincava de balançar.
Quem balançava mesmo era o vento!
Aproveitava intensamente o momento,
Brincava feliz de rodopiar,
Livre, trépido e fagueiro
Gostava mesmo era de se mostrar!
E quando cansou da brincadeira
Foi-se apressado como um cometa
O vento seguiu seu destino.
Foi morar nas asas da borboleta."
-Andréa Mello-



Lua cheia de leão, Vc se supera a cada dia!
ResponderExcluirAvisei que a fila era grande e rápido andaria, como no seu caso dobra a esquina e ainda estou atrás da senha,...,rsrs!
Alguém já disse que a vida é arte dos encontros!
Muitos virão, muitos flashes de memória ocorrerão, Vc passará, passarinhos ficarão,...
Na última frase deste poema, sugiro em vez de “de uma” trocar por “da”; para mim soa melhor! - Vc deve estar pensando; alem de anônimo um metido!
C”est la vie! Não consigo ser omisso! Vejo alguma coisa fora do lugar e fico incomodado.
Forte abraço!
Anônimo!!!hahahah...obrigada sempre!!Com certeza vou seguir a sua sugestão!! Críticas e sugestões são sempre bem vindas!Fique a vontade!!Não é metido não, imagina! Aprender e trocar é o que mais me interessa!!! A fila tá tentando andar!!!hahhaa.faz parte!!!Um dia essa catraca funciona e alguém passa!rs...Eles passarão e eu... borboleta...livre e feliz!!!Abraços!
ResponderExcluir