
"Quero arrancar de mim um pensamento maciço, compactado num peito que já não respira em paz os sentimentos ao travar-me as emoções.
Quero arrancar o que delimita o meu território e me faz viver em doses homeopáticas.
Quero arrancar o que me torna ausência quando o que eu mais queria era ser presença, o que me deixa atada ao sufocar-me as atitudes, o que me emudece o desabafo e me faz insensível à canção que repousa o ouvido. Quero calar essa multidão de pensamentos atônitos que protesta, contesta, critica, julga, censura, questiona o coração agonizante e o torna paralisado frente as próprias ações.
Esse general severo que ousa conter um batalhão de sentimentos a evitar um sofrimento ao expor-se à incerteza da vitória, ao mesmo tempo que mutila o melhor da vida, paulatinamente, como a tortura mais cruel e sangrenta. Esse mesmo batalhão disposto a lutar, a sentir, a amar, a se ferir pela dor de uma paixão, fazendo do amor um mártir."
-Andréa Mello-
Quero arrancar o que delimita o meu território e me faz viver em doses homeopáticas.
Quero arrancar o que me torna ausência quando o que eu mais queria era ser presença, o que me deixa atada ao sufocar-me as atitudes, o que me emudece o desabafo e me faz insensível à canção que repousa o ouvido. Quero calar essa multidão de pensamentos atônitos que protesta, contesta, critica, julga, censura, questiona o coração agonizante e o torna paralisado frente as próprias ações.
Esse general severo que ousa conter um batalhão de sentimentos a evitar um sofrimento ao expor-se à incerteza da vitória, ao mesmo tempo que mutila o melhor da vida, paulatinamente, como a tortura mais cruel e sangrenta. Esse mesmo batalhão disposto a lutar, a sentir, a amar, a se ferir pela dor de uma paixão, fazendo do amor um mártir."
-Andréa Mello-



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