
"Restos já não me restam.
Varro as minhas certezas, e das dúvidas que sobram sinto vastas possibilidades...
Já não vejo mapas e quase não olho as horas – o tempo não marca a felicidade!Já não sigo trilhas que indicam caminhos já percorridos - a minha estrada não permite atalhos!
Já não vejo a previsão do tempo, e quando a chuva cai, é pra abençoar o meu destino...
Os pensamentos modelam-se em formas precisas, de contornos claros e firmes.Acendo uma luz e acolho a minha própria escuridão, com um abraço fraterno de gratidão.
Clareio as sombras que revelam minhas verdades abafadas pela própria vida.
Quebro formas de concreto em mim, ilusões jamais concretizadas, cristalizadas pela minha cegueira vã.Sentimentos do passado, nutridos pelos momentos embrutecidos, são banidos de vez.
Agora sim! Estou cheia de meu próprio vazio, e sinto-me plena!Agora posso voar até o cume para alcançar o sol que nasce a cada dia!"
-Andréa Mello-
Varro as minhas certezas, e das dúvidas que sobram sinto vastas possibilidades...
Já não vejo mapas e quase não olho as horas – o tempo não marca a felicidade!Já não sigo trilhas que indicam caminhos já percorridos - a minha estrada não permite atalhos!
Já não vejo a previsão do tempo, e quando a chuva cai, é pra abençoar o meu destino...
Os pensamentos modelam-se em formas precisas, de contornos claros e firmes.Acendo uma luz e acolho a minha própria escuridão, com um abraço fraterno de gratidão.
Clareio as sombras que revelam minhas verdades abafadas pela própria vida.
Quebro formas de concreto em mim, ilusões jamais concretizadas, cristalizadas pela minha cegueira vã.Sentimentos do passado, nutridos pelos momentos embrutecidos, são banidos de vez.
Agora sim! Estou cheia de meu próprio vazio, e sinto-me plena!Agora posso voar até o cume para alcançar o sol que nasce a cada dia!"
-Andréa Mello-



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