
"Da-me reencontros de almas...as outras vidas que passaram por alguma vida minha. O amor já vivido, as amizades seladas num continuum de tempo infinito. Não o encontro novo, mas o encontro renovado!
Os laços feitos algures, que o tempo apertou.
Não o nó frouxo, quase sem sentido, almas não afins, trausentes sem direção a deixarem pegadas de areia...
Não o diálogo que não dá liga, o olhar que passou do ponto, que desanda, não anda.
Que não ata e nem desata.
Não flui.
Não o nó frouxo, quase sem sentido, almas não afins, trausentes sem direção a deixarem pegadas de areia...
Não o diálogo que não dá liga, o olhar que passou do ponto, que desanda, não anda.
Que não ata e nem desata.
Não flui.
Dá-me os reencontros subjetivos à primeira vista, com objetivos a perder de vista, com um quê de mistério pronto a ser desvendado, que entenderam-se fatalmente inseparáveis.
Que não têm desfecho digno de “grand finale” porque descobriram-se eternos.
Os encontros de alma, de corpo e de espírito.
Aquele que se adivinha profundo desde o primeiro encontro, que já nos é familiar, que nos dá licença para proclamarmos alguma frase com ar de Deja-vú: "Te conheço de algum lugar!" ou "Você não me é estranho!" ou " Parece que eu te conheço há tanto tempo!"
Que faz de nós adivinhos de um estranho acaso, quase que por acaso.
Um encontro que traz sensação de já ter acontecido, porque acontecera de fato!
Que é mais olhar que palavra, que inunda-nos de emoção e nos faz rir a toa...que nos faz voltar mais um pouquinho a nós mesmos, nos devolvendo a inteireza, preenchendo o vazio, e que nunca mais permite sermos a mesma pessoa..."
Andréa Mello
Que não têm desfecho digno de “grand finale” porque descobriram-se eternos.
Os encontros de alma, de corpo e de espírito.
Aquele que se adivinha profundo desde o primeiro encontro, que já nos é familiar, que nos dá licença para proclamarmos alguma frase com ar de Deja-vú: "Te conheço de algum lugar!" ou "Você não me é estranho!" ou " Parece que eu te conheço há tanto tempo!"
Que faz de nós adivinhos de um estranho acaso, quase que por acaso.
Um encontro que traz sensação de já ter acontecido, porque acontecera de fato!
Que é mais olhar que palavra, que inunda-nos de emoção e nos faz rir a toa...que nos faz voltar mais um pouquinho a nós mesmos, nos devolvendo a inteireza, preenchendo o vazio, e que nunca mais permite sermos a mesma pessoa..."
Andréa Mello



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